O que é CRO – Conversion Rate Optimization?

Marcio Chleba
Marcio Chleba

O CRO significa “otimização da conversão”, ou seja, são técnicas, orientações e induções que permitem ao consumidor dar sequencia à algum processo com seu negócio, seja um preenchimento de formulário, finalização de uma compra, cadastro para receber informações sobre promoções etc.

O que preciso para implantar um CRO?

Antes de mais nada é preciso ter a consciência do que um CRO necessita, impreterivelmente, de tecnologias, uma equipe multidisciplinar e uma ou mais pessoas dedicadas exclusivamente a ele, já que se trata de uma ferramenta extremamente mutável, ou seja, que sofre transformações e atualizações quase que a todo momento.

O CRO tem seu foco voltado inteiramente ao usuário. Ele colhe dados e informações que auxiliarão a melhorar a experiência de navegação. Tudo é analisado: através de vídeos com a navegação de pelo menos 100 clientes, na versão desktop, e 100 clientes na versão mobile, e também através do estudo de mapa de calor.

Analisar o seu site, as ferramentas colocadas à disposição do cliente, as abas, descrições de produtos ou serviços, entre outras. Em suma, toda a usabilidade do site é analisada, sempre com foco na facilidade de acesso e numa conversão simples e mais objetiva.

É possível vender mais. Basta otimizar o processo

O cliente precisa se sentir à vontade no seu site, para que, realmente, aconteça a conversão. Não dá para cometer o erro, de achar que o cliente, que já está em nosso site, tenha que “se virar” para encontrar o que ele procura, com as devidas informações.

É possível evoluir? Sim, desde que todo o comportamento do cliente, dentro do ambiente de compra, (site) seja devidamente analisado e interpretado por profissionais. E isso, é óbvio, vai render mais e mais vendas.

Infelizmente, muitos profissionais otimizam o CRO de forma forçada, o que acaba fazendo com que o cliente abandone o site. Uma correta otimização dependerá de ferramentas “agressivas”, e ao mesmo tempo, sutis. Nada de encher a tela do dispositivo de cliente de pop-ups etc.

Heatmap: É aqui que verificamos quais são os locais, na sua página, que os clientes mais clicam ou observam. Identificado isso, é possível trabalhar novas possibilidades de cliques em locais considerados “frios”.

Scrollmap: Aqui é mostrado até que ponto os clientes estão descendo com o mouse em seu site, e onde eles, de fato, o abandonam. São dados importantes para que uma revisão seja feita, na tentativa de segurar o cliente na página.

Overlay: É o relatório que mostra pontos do seu site que foram mais clicados. Assim, é possível observar se esses cliques vieram de pontos de conversão e, se não, trabalhar para que eles comecem a ocorrer nesses locais, que são os mais importantes na venda.

Confetti: É aqui que você monitora de onde vem os cliques no seu site, seja por ferramentas de busca, pontos de referência, e afins. É de fundamental importância, para saber de onde vem o tráfego, que sempre acaba em conversão.

Uma vez identificados os potenciais problemas, é preciso criar uma nova proposta de arquitetura de informação, implementa-la e fazer testes A/B, para validar se a opção proposta é de fato melhor que o atual.

O sucesso do seu site dependerá dessa insistência, atrelada à uma equipe dedicada e um estudo de mercado cada vez mais atualizado, antenado às novas tecnologias e como os clientes estão se comportando.

Marcio Chleba
Marcio Chleba
Marcio Chleba é sócio fundador da agência Chleba, atuou por 8 anos como professor de pós-graduação da ESPM e é autor do livro “Marketing Digital - Novas tecnologias e novos modelos de negócio”

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