O que é Storytelling?

Marcio Chleba
Marcio Chleba

Vender contando histórias. Essa é a principal característica do storytelling, que agrega valores ao produto e mostra aos seus clientes de que forma eles estão presentes em sua vida.

O storytelling tem sido muito utilizado no marketing e na publicidade, justamente pela sua facilidade em compartilhas informações, ideias, pensamentos e garantir a proximidade com o consumidor final. Tudo isso atrelado à uma narrativa envolvente, sutil e que tem como parâmetro persuadir o seu cliente, não sendo invasivo.

Um contador de histórias

Dificilmente você encontrará uma pessoa que não curta ou não se envolva com uma história bem contada. E, para que o storytelling funcione, perfeitamente, é fundamental que o seu público-alvo esteja bem definido, garantindo assim que a recepção à história que você está contando, será a mais assertiva possível.

Para que uma história seja considerada interessante ela deve seguir algumas linhas cruciais, que são: Enredo inteligente e sagaz, personagens que representam, de fato, seu público – e que esses personagens tenham dor, angústia, alegria etc. -, imagens, sons, recursos audiovisuais, entre outras caracteristicas.

Muitas empresas ou indústrias tem adotado o storytelling, justamente, por notar a mudança de comportamento do consumidor atual: Elas entenderam que, com o avanço das tecnologias e das redes sociais, são as pessoas que estão no controle daquilo que desejam ver, e não mais as empresas. Logo, quanto mais atrativo e interessante for o conteúdo, maiores as possibilidades do cliente querer saber mais a respeito e, assim, converter esse anseio e interesse em compra – pra você, em venda.

Se aproxime do seu público

De nada adianta criar um excelente storytelling se os personagens ali apresentados não forem de encontro à realidade dos seus clientes, ou se os diálogos e situações apresentadas forem superficiais, forçados e afins. A proximidade da história que você está mostrando para credenciar a importância do seu produto precisa ser real, ou seja, estar presente de forma concreta no dia a dia do seu público-alvo.

A construção do conflito precisa ser igualmente medida e levada, do começo ao fim, mantendo o seu cliente em potencial, curioso em saber o desfecho daquela história. Por isso a importância de não criar personagens frios, diálogos automatizados ou situações que soam forçadas e sem ligação com a realidade.

É necessário que um grande apelo emocional envolva a história que está senso apresentada, pois é esse apelo que criará a identificação entre o seu cliente e o seu produto, fazendo-o pensar: “Nossa, eu me identifico com isso. Sim, isso acontece comigo. Eu passo por isso diariamente”.

Mas, tenha para si que para que o storytelling funcione, adequadamente, você precisa conhecer – muito – o seu público-alvo.

Estamos repetindo isso pois, os grandes erros em estratégias de marketing digital, atrelados ao storytelling, vem de histórias que não conseguiram transmitir as suas mensagens ou que não causaram nenhum impacto ou empatia por parte dos seus clientes.

Quando acontece o real entrosamento, do cliente com a sua história, e ele se sente parte dela, ou daquela situação apresentada, é normal que ele queira compartilhar essa experiência com colegas, amigos e familiares, fazendo o seu ciclo de prospecção aumentar gradativamente, com outras pessoas também se identificando e assim por diante.

Confira um caso de sucesso de campanha de branding e storytelling 

 

Marcio Chleba
Marcio Chleba
Marcio Chleba é sócio fundador da agência Chleba, atuou por 8 anos como professor de pós-graduação da ESPM e é autor do livro “Marketing Digital - Novas tecnologias e novos modelos de negócio”

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